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Dr. Kaiser Jr. em cirurgia endoscópica
Specialist in One Day Surgery
One Day Surgery

One Day Surgery: a cirurgia evoluiu. O tempo de recuperação também.

Procedimentos avançados com técnicas minimamente invasivas, realizados em hospitais de excelência, com alta hospitalar em até 24 horas. O Dr. Kaiser Jr. é pioneiro desse conceito no Brasil — unindo precisão cirúrgica, tecnologia de ponta e recuperação acelerada.

Specialist in One Day Surgery
01
Especialidade Principal · Pioneiro no Brasil

EPSIT

Endoscopic Pilonidal Sinus Treatment

O tratamento definitivo para cisto pilonidal. Sem cortes. Sem curativos. Sem semanas de repouso.

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02
One Day Surgery

Cirurgia Bariátrica com alta em 24 a 48 horas.

Cirurgia com suporte multidisciplinar.

A obesidade mórbida (IMC ≥ 40) ou obesidade com comorbidades (IMC ≥ 35 com diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono) compromete a saúde, a mobilidade e a expectativa de vida. Dietas e exercícios, isoladamente, têm taxa de sucesso inferior a 5% em casos graves. A cirurgia bariátrica é o tratamento com os melhores resultados de longo prazo documentados pela ciência — reduz a mortalidade geral em 29% e remite o diabetes tipo 2 em até 80% dos casos.

Mais realizada
Sleeve Gastrectomy
Gastrectomia Vertical
Remoção de aproximadamente 80% do estômago por via laparoscópica. Reduz a capacidade gástrica e os hormônios da fome (grelina). Procedimento técnicamente mais simples, com excelentes resultados.
45–60'
Duração
60–70%
Perda excesso peso
Padrão-ouro
Bypass Gástrico
Y-de-Roux (RYGB)
Considerado o padrão-ouro mundial. Cria uma pequena bolsa gástrica e redireciona o intestino. Resultados superiores de longo prazo, especialmente para remissão de diabetes tipo 2.
60–90'
Duração
70–80%
Perda excesso peso
Em ascensão
Mini Bypass
OAGB — One Anastomosis
Versão simplificada do bypass clássico, com uma única anastomose. Excelente opção como cirurgia revisional após sleeve com resultado insuficiente. Resultados metabólicos comparáveis ao RYGB.
45–60'
Duração
65–75%
Perda excesso peso
Sleeve Gastrectomy
Bypass Gástrico (RYGB)
Duração: 45–60 min
Duração: 60–90 min
Internação ERAS: 1 dia
Internação ERAS: 1–2 dias
Sem rearranjo intestinal
Rearranjo intestinal (duas anastomoses)
Pode piorar refluxo (DRGE)
Melhora o refluxo gastroesofágico
Maior reganho de peso a longo prazo
Perda de peso mais estável (15–20 anos)
Suplementação moderada
Suplementação vitalícia intensiva
IMC ≥ 40 (cirurgia recomendada independente de comorbidades) · IMC ≥ 35 com ou sem comorbidades (atualização ASMBS/IFSO 2022) · IMC 30–34,9 com doenças metabólicas (diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono, dislipidemia). Avaliação multidisciplinar obrigatória antes de qualquer procedimento.
24–48h
Alta hospitalar (ERAS)
2–4 sem
Retorno atividades
Laparoscópico
Via de acesso
Protocolo ERAS
Antes da cirurgia
Educação do paciente, carga de carboidratos na véspera, jejum reduzido (2h líquidos, 6h sólidos).
Durante a cirurgia
Anestesia total intravenosa (TIVA), analgesia multimodal com minimização de opioides, sem sonda nasogástrica, sem drenos de rotina.
Após a cirurgia
Deambulação precoce no mesmo dia, início de líquidos orais em 2–4 horas, controle de dor com medicações orais, alta em 24–48h.
Diferenciais
Abordagem laparoscópica (minimamente invasiva)
Hospitalização de 1 a 2 dias
Retorno às atividades em 2 a 4 semanas
Acompanhamento multidisciplinar completo
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03
Coloproctologia Avançada

Fístula anal tratada com tecnologia que preserva o esfíncter e elimina o risco de incontinência.

Tratamento definitivo com preservação esfíncteriana

A fístula anal é um canal anormal entre o interior do ânus e a pele ao redor. Causa dor, secreção, infecções recorrentes e impacto severo na qualidade de vida. A cirurgia convencional carrega risco significativo de lesão do esfíncter. O Dr. Kaiser Jr. domina todas as técnicas disponíveis e seleciona a mais adequada para cada caso — sempre com o objetivo de máximo sucesso e zero risco de incontinência.

Simples
Fistulotomia
Padrão-ouro para fístulas simples
Abertura cirúrgica do trajeto fistuloso para cicatrização por segunda intenção. Técnica clássica com a mais alta taxa de sucesso — indicada para fístulas simples e superficiais.
>90%
Taxa de sucesso
4–8 sem
Cicatrização
Recomendado
VAAFT
Video-Assisted Anal Fistula Treatment
Técnica videoendoscópica com fistuloscópio que mapeia o trajeto sob visão direta. Identifica trajetos ocultos que outros métodos não detectam. Preservação total da função esfíncteriana — zero risco de incontinência em toda a literatura.
0
Taxa de sucesso
Zero
Risco incontinência
~30'
Duração
LIFT
Ligation of Intersphincteric Fistula Tract
Acessa o espaço interesfíncteriano para ligar e seccionar o trajeto fistuloso, sem seccionar músculo externamente. Excelente preservação do esfíncter.
~76%
Taxa de sucesso
Preservação
Esfincter
FiLaC
Fistula Laser Closure
Laser de diodo (1470nm) com fibra de emissão radial causa coagulação e fibrose do trajeto. Zero deterioração de continência. Pode ser repetido em caso de falha.
44–89%
Taxa de sucesso
Cola de Fibrina
Adesivo biológico
Injeção de adesivo biológico no trajeto para oclusão. Sem risco de incontinência. Papel atual: adjuvante junto com VAAFT ou LIFT.
Sem corte
Esfincter intacto
Retalho de Avanço
Retalho mucoso
Retalho de mucosa retal mobilizado para cobrir a abertura interna após curetagem do trajeto. Preservação esfíncteriana. Pode ser combinado com outras técnicas.
55–75%
Taxa de sucesso
Técnica
Risco de Incontinência
Fistulotomia (simples)
Baixo (apenas fístulas simples)
VAAFT (complexas e recorrentes)
Zero — nenhum caso na literatura
LIFT (transesfincterianas)
Muito baixo
FiLaC / Cola / Retalho
Zero a baixo
Portadores de fístula anal simples ou complexa — inclusive casos com cirurgias anteriores sem resolução. Para fístulas complexas e recorrentes, a recomendação primária é o VAAFT — pela superioridade na identificação de trajetos ocultos e pela preservação total do esfíncter. A técnica é escolhida individualmente de acordo com a classificação de Parks, complexidade e histórico cirúrgico.
Converse sobre o melhor tratamento para fístula →
04
One Day Surgery

Hérnias

Cirurgia robótica e laparoscópica com alta em 24 horas

Hérnia Inguinal

Resolução com precisão robótica e alta em 24 horas.

A hérnia inguinal é a condição cirúrgica mais comum do mundo — representa 75% de todas as hérnias abdominais e afeta predominantemente homens. Quando não tratada, pode evoluir para encarceramento — uma emergência médica. O Dr. Kaiser Jr. opera hérnias inguinais com técnica robótica e laparoscópica, garantindo precisão milimétrica na colocação da tela, menor dor pós-operatória e recuperação significativamente mais rápida.

Mesmo dia
Alta (97,7% robótica)
1 sem
Trabalho sedentário
2–3 sem
Trabalho físico
Lichtenstein
Reparo aberto com tela
Técnica clássica com colocação de tela sobre o defeito, sem tensão. Pode ser feita sob anestesia local. Taxa de recidiva ~1%. Recuperação: 4–6 semanas para atividades pesadas.
TAPP / TEP
Reparo laparoscópico
Tela colocada no espaço pre-peritoneal por via laparoscópica, cobrindo todos os pontos de fraqueza. Ideal para hérnias bilaterais e recorrentes. Tempo cirúrgico: ~40 min.
Recomendado
Robótica
Sistema Da Vinci — Recomendação do Dr. Kaiser
Visão 3D magnificada, instrumentos com 7 graus de liberdade, filtro de tremor. Menor uso de opioides, menos infecções e menor taxa de recidiva (~1,5% vs ~2,7% laparoscopia).
0
Alta no mesmo dia
~1,5%
Taxa recidiva

Hérnia Umbilical

Cirurgia precisa, recuperação rápida, resultado definitivo.

A hérnia umbilical ocorre quando parte do intestino ou tecido gorduroso se projeta através de um ponto fraco na parede abdominal, próximo ao umbigo. É o segundo tipo mais comum de hérnia abdominal. Diferente das hérnias em bebês, em adultos a hérnia não se resolve sozinha e tende a aumentar progressivamente.

Mesmo dia
Alta (não emergencial)
1–2 sem
Trabalho sedentário
4–6 sem
Trabalho físico
Abordagem do Dr. Kaiser
Técnica robótica ou laparoscópica
Tela leve em posição sublay (pre-peritoneal) — a posição com menor taxa de recidiva e complicações.
Preservação estética
Preservação da estética da região umbilical é sempre prioridade. Cicatrizes mínimas.
Baixa taxa de recorrência
Sem tela: 10–14% de recidiva. Com tela (defeitos ≥ 2 cm): 0–3%. O Dr. Kaiser seleciona a técnica ideal para cada caso.
Vantagens da cirurgia robótica para hérnias
Visão 3D ampliada em alta definição
Instrumentos com 7 graus de liberdade
Filtro de tremor — precisão superior
Menor uso de opioides no pós-operatório
Menos infecções de sítio cirúrgico
Menor trauma tecidual e resultado estético superior
Agende sua avaliação →
05
Especialidade

Hidradenite supurativa: o diagnóstico que poucos fazem e o tratamento que muda tudo.

Diagnóstico especializado e tratamento cirúrgico individualizado

A hidradenite supurativa (HS) é uma doença inflamatória crônica que causa nódulos dolorosos, abscessos e fístulas em áreas de dobras cutâneas — axilas, virilha, região perianal e sob as mamas. Apesar do nome sugerir um problema nas glândulas sudoríparas, a doença começa nos folículos pilosos. A obstrução do folículo leva a sua ruptura, desencadeando uma cascata inflamatória crônica.

7 a 10 anos de atraso diagnóstico
A hidradenite supurativa é uma das doenças dermatológicas mais subdiagnosticadas do mundo. Os pacientes passam em média por 3 ou mais médicos e recebem 3 ou mais diagnósticos errados antes que a HS seja corretamente identificada. Diagnósticos errados comuns: furúnculos recorrentes, foliculite, pelos encravados, cistos sebáceos, abscesso perianal.
Estágio I (Leve) — ~68% dos pacientes
Abscessos isolados, sem trajetos fistulosos, sem cicatrizes. Tratamento: clínico + deroofing localizado.
Estágio II (Moderado) — ~28% dos pacientes
Abscessos recorrentes com formação de fístulas, separados por pele normal. Tratamento: clínico + cirurgia localizada.
Estágio III (Grave) — ~4% dos pacientes
Envolvimento difuso, múltiplas fístulas interconectadas, cicatrização extensa. Tratamento: excisão ampla + reconstrução.
Portadores de hidradenite supurativa com lesões persistentes que não responderam ao tratamento clínico (antibióticos, retinoides, imunobiológicos). A cirurgia é indicada nos estágios II e III de Hurley — quando há fístulas estabelecidas ou comprometimento extenso da região afetada.
Variável
Recuperação
Multidisciplinar
Abordagem
24h
Alta (casos elegíveis)
Tratamento por estágio
Hurley I — Deroofing (Destelhamento)
Remoção do "teto" dos abscessos e fístulas individuais, com curetagem da base. Cicatrização em ~14 dias. Pode ser feito em consultório sob anestesia local.
Hurley II — Excisão localizada + Deroofing
Combinação de remoção cirúrgica de áreas confluentes com destelhamento de trajetos isolados. Laser Nd:YAG pode reduzir em 72% a atividade da doença.
Hurley III — Excisão ampla
Remoção de todo o tecido doente com margens de 1–2 cm até a fascia profunda. Menor taxa de recidiva (6–16%). Fechamento com cicatrização aberta, enxerto ou retalho.
Abordagem do Dr. Kaiser Jr.
Diagnóstico especializado (casos sem diagnóstico correto)
Planejamento cirúrgico individualizado
Excisão com preservação funcional (esfíncter e parede vaginal)
Abordagem multidisciplinar (dermatologia, psicologia, nutrição)
Alta em até 24 horas nos casos elegíveis (One Day Surgery)
Especialista em HS perianal e gluteal
Agende uma avaliação especializada →
Avaliação individualizada

Não sabe qual procedimento
é o indicado para o seu caso?

O primeiro passo é sempre uma avaliação médica individualizada. Converse com a equipe do Dr. Kaiser e descubra a melhor abordagem para o seu caso.